Archive for the ‘musica’ Category

mais águas

dezembro 12, 2012
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Sessão Gambiarra – Velcro para Cabos

junho 26, 2012

Eu gosto de fazer aquele papel de roadie, de montar e desmontar os equips da banda, e principalmente cuidar dos cabos e fiaradas em geral.

Quem faz isso sabe a meleca que vira quando não enrola os cabos direito, e depois pra pegar os cabos todos embolados e tal.
E quem toca sabe que enrolar o cabo muito apertado, dobrar, marcar, pisar, etc, estraga ele com o tempo. Quebra todo por dentro e some o som.

Enfim, comprando cabos numa lojinha lá da Teodoro, vi que alguns cabos já vem com um velcrinho muito bacana pra prender.

Eu ganhei de dois tipos, desse preto, que é velcro comum, e desse cinzinha, que é especial pra isso, parece.

Aí resolvi fazer isso com todos os cabos. Esse branco da foto de cima é o que eu fiz.
Eu tinha já um pedaço de velcro que uma amiga que costura me deu (ia usar pra outras gambiarras). Cortei e prendi no cabo, grampeando pra não soltar:

Fiz hoje, então nao sei se vai durar. Mas já ajudou bem a organizar os cabos.

Enfim, espero que possa ser útil pra alguém.

ps.: a sessão gambiarra começou com o tutorial de capo-lápis!

frederico alfredo e totó – virada cultural 2011

abril 18, 2011

mais uma virada, sempre na expectativa de sentir como a cidade pode ser usada durante a noite.

esse ano pareceu um pouco diferente dos anteriores (se bem que cada um eu fui num horário bem diferente, o que dificulta a comparação), as pessoas pareciam mais tranquilas, ehaviam bastante lixeiras e avisos para evitar o saldo final dos outros anos. em compensação, também parecia que haviam menos shows e acontecimentos em geral. às 23h era possível andar tranquilamente pelos arredores da praça da república.

pra reclamar um pouco mais, os únicos dois eventos que havíamos programado foram frustrados. o primeiro foi cancelado, o passeio noturno no parque da luz. o segundo foi mal informado: o site do cinesesc dizia que os ingressos seriam distribuidos 1h antes da sessão dos filmes, mas na verdade foram distribuídos durante a tarde.

no fim das contas, as única atividade realizadas foram uma caminhada pelo centro (não diferente das habituais) e a segunda edição dos infláveis, o frederico alfredo e seu amigo totó, dando continuidade ao ano passado, num desenvolvimento um pouco lento. esse ano foi testado um boneco maior, que aproveita mais o vento e dialoga melhor com a escala urbana, que resultou numa interação maior com as pessoas.

Televisão

agosto 6, 2010

batidas no violão – parte 4

janeiro 18, 2010

dando continuidade á série batidas no violão.

Dedilhado/Batida (ou Puxada)

Esta técnica e o Dedilhado utilizam a corda pinçada, ou seja, os dedos não “passam” pelas cordas como na batida, mas “puxam” apenas uma corda por vez.

Bem simplificadamente, há duas maneiras de usar a mão:
– Polegar: para os bordões. Os sons graves, as “cabeças” dos acordes. Geralmente nas três ultimas cordas (que por isso são chamadas bordões também).
– Indicador/Médio/Anelar: os outros três dedos tocam três cordas, que podem ser as três primeiras (chamas primas), ou a 2ª, 3ª e 4ª cordas. Eventualmente tocam a 3ª, 4ª e 5ª, afinal não é necessário se ater às regras, mas é menos usual.

Geralmente os desenhos de acordes existentes nas revistinhas e nos sites indicam quais cordas são mais recomendadas para se dedilhar desta maneira, através de umas bolinhas na pestana do braço desenhado.

Esta técnica é praticamente irreprodutível com palheta.

Batida utilizada no vídeo:

1 e 2 e 3 e 4 e
P   P   P   P
  I   I   I   I
  M   M   M   M
  A   A   A   A

Preste atenção ao modo como eu montei o desenho, os tempos estão alinhados na vertical. Ou seja, o P está nos tempos com número, e o IMA está no tempo “e”.
Essa batida também é bem básica, e como a outra, é bem monótona. A partir dela, faça diversas variações:

1 e 2 e 3 e 4 e
P       P
  I   I   I   I
  M   M   M   M
  A   A   A   A

1 e 2 e 3 e 4 e
P     P P     P
I   I   I   I
M   M   M   M
A   A   A   A

É interessante treinar esta técnica com acordes cujos bordões variem de corda (por exemplos G, C e D), pra treinar o movimento do polegar.

originalmente publicado no forum cifra club.

jazz

novembro 9, 2009

hobsbawm_loredano

“hoje se reconhece que o jazz é algo sobre o que a pessoa bem-informada precisa saber o bastante para poder disfarçar sua ignorância”
Francis Newton, História Social do Jazz

batidas no violão – parte 3

setembro 12, 2009

Dando continuidade à série batidas no violão.
Lembrando que não sou nenhum profissional, na verdade estudei muito pouco. Aprendi mais na prática, com ajuda de amigos. Vou relatar da maneira que eu aprendi, podendo inclusive haver erros no que eu digo.

Existem basicamente três maneiras de se tocar as cordas:
1 – Batida: “bater” todas as cordas com os dedos (uma explicação mais completa virá mais adiante). Também pode ser feito com palheta. O mais utilizado em música pop/rock;
2 – Dedilhado/Batida (puxada): tocando cada corda com um dedo (mas não as seis cordas, a não ser que você seja polidáctilo), mas todos ou quase todos simultaneamente (às vezes o polegar se destaca como bordão). Muito utilizado em Bossa Nova, MPB;
3 – Dedilhado: tocar cada corda com um dedo, com pouca sobreposição entre as notas. Ou seja, sem tocar varias cordas ao mesmo tempo. É o que se chama de arpejo em música erudita, que é onde é mais utilizado;

Lembrando que não há uma relação direta entre estas técnicas e os estilos citados como exemplo. Assim como também não há uma separação tão nítida entre as técnicas, sendo perfeitamente possível misturá-las.

aqui vai a primeira delas

1 – Batida
Pra começar, é legal aprender uma batida bem simples, comportada. Com o tempo a gente se desprende destas regras, e passa a fazer a batida como da vontade.
Pra uma batida simples, utilizamos três modos de tocar as cordas:
– Polegar: passando a “barriga” do dedão (o lado de dentro da ponta do dedo), de cima pra baixo.
– Indicador: passando a “barriga” do indicador, de baixo pra cima.
– Todos: passando as unhas de todos os dedos, exceto o polegar, de cima pra baixo. Na verdade não é bem passar. É mais como de estivesse com a mão fechada e abrisse os dedos.

Pras batidas simples usadas aqui, será definido que os toques para baixo serão nos tempos (números) e os toques para cima serão nos meios-tempos (“e”). Mesmo quando algum tempo não é tocado, é interessante a mão manter o movimento de balanço para cima e para baixo.
Há quem faça este movimento apenas com a mão, mantendo o pulso estático. Pra outros, a mão toda faz o movimento para cima e para baixo, movimentando o pulso, e às vezes até o braço.

Batida utilizada no vídeo:

1 e 2 e 3 e 4 e
P I T I P I T I

Lembre-se de repetir diversas vezes esse padrão.
Essa batida é didática, mas muito monótona, pois ocupa todos os espaços. O ritmo se faz com cheios e vazios.

Uma batida mais interessante, e mais útil:

1 e 2 e 3 e 4 e
P   T I   I T

Com uma batida dessa e os principais acordes maiores e menores você toca uma infinidade de músicas pop, como Legião, Paralamas, Capital Inicial, Skank…
Por mais que não fique idêntico, fica “tocável” e “cantável”, já dá pra horas de rodinha de violão.

Depois vá fazendo variações. A partir daquele padrão inicial, basta ir omitindo alguns tempos, que você vai criando padrões rítmicos diferentes.

Pra tocar batida com palheta (o que é mais recomendável para violões aço), basta pensar apenas em “para baixo” e “para cima”.
Fica mais simples ainda:

1 e 2 e 3 e 4 e
B   B C   C B

originalmente publicado no forum cifra club.

batidas no violao – parte 2

junho 21, 2009

dando continuidade à série de batidas no violão.

A primeira dica que eu sempre dou a qualquer um que ta começando: veja outra pessoa fazendo.
Pode ser um amigo que já saiba tocar, pode ser um dvd do show[bb] do artista que você curte. Pra aprender batida é muito bom ver outras pessoas fazendo, e ficar de olho como cada um movimenta a mão.

(more…)

batidas no violao

junho 13, 2009

Fiz uma pequena sequencia de vídeos que explica um básico de batidas no violão[bb]. aqui vai o primeiro deles.

Não sou nenhum profissional, na verdade estudei muito pouco. Aprendi mais na prática, com ajuda de amigos. Vou relatar da maneira que eu aprendi, podendo inclusive haver erros no que eu digo.

No vídeo toquei a mesma música (Asa Branca, do Luiz Gonzaga[bb]) usando uma técnica de cada vez. A intenção é mostrar como uma mesma música pode ser tocada de diversas maneiras diferentes.
– Primeiro, passei apenas o polegar por todas as cordas nos tempos fortes (1 e 3), onde geralmente ocorrem as mudanças de acorde.
– Depois, com uma batida simples (P I T I P I T I).
– Em seguida, um Dedilhado/Batida (P / IMA / P / IMA) (também chamado “puxada”).
– Depois um Dedilhado (P / I / A / M).
– Por fim, uma batida feita de improviso.

As letras entre parenteses são Polegar, Indicador, Médio e Anular, ou Todos, da mão direita.

Eu acho essa música muito didática pra quem tá aprendendo, pois, além de ser um clássico de um dos grandes mestres da música brasileira, usa acordes simples e sem pestana.

Acordes da música:

/ E  / A  / E  B7 / E  / E7  / A  / B7  / E  /

E  022100
A  002220
B7 021202
E7 020100

Cifra: Asa Branca - Luiz Gonzaga

mais informações no Forum Cifra Club

6

# Enviado: 3/mar/08 11:34 · Editado por: kiki
// Citar //

No vídeo toquei a mesma música (Asa Branca, do Luiz Gonzaga) usando uma técnica de cada vez. A intenção é mostrar como uma mesma música pode ser tocada de diversas maneiras diferentes.
– Primeiro, passei apenas o polegar por todas as cordas nos tempos fortes (1 e 3), onde geralmente ocorrem as mudanças de acorde.
– Depois, com uma batida simples (P I T I P I T I).
– Em seguida, um Dedilhado/Batida (P / IMA / P / IMA).
– Depois um Dedilhado (P / I / A / M).
– Por fim, uma batida feita de improviso.

Quem não entendeu nada essas letras nos parênteses, leia a explicação lá embaixo.

Eu acho essa música muito didática pra quem tá aprendendo, pois, além de ser um clássico de um dos grandes mestres da música brasileira, usa acordes simples e sem pestana.

Acordes da música:

/ E  / A  / E  B7 / E  / E7  / A  / B7  / E  /

E  022100
A  002220
B7 021202
E7 020100

Cifra: Asa Branca – Luiz Gonzaga

Fender Stratocaster e Gibson Les Paul – o projeto da guitarra e a produção industrial

maio 30, 2009

Vou discutir aqui alguns aspectos do projeto das duas principais guitarras elétricas[bb] solid-body (corpo maciço) produzidas industrialmente, a Fender Stratocaster e a Gibson Les Paul. Projeto no sentido usado em arquitetura e design, como a concepção da forma. Esta comparação entre as duas será apenas do ponto de vista da produção industrial, de modo que as conclusões aqui tiradas não têm nenhuma relação com a sua qualidade sonora.

(more…)