Archive for the ‘requentado’ Category

bandolim – with a little help from my friends

junho 7, 2013

e depois de 5 anos, finalmente está (quase) concluído mais este projeto. trata-se de um bandolim-capacete, construído em finais da década de 1970, desativado em algum momento dos anos 1980, e reinventado entre 2007 e 2013. agradecimento ao kenzo, sem o qual este projeto não teria saído ainda nesta década.

algumas fotinhas do processo

estado inicial

projeto de transformá-lo num bandolim elétrico

reconstrução

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sou otário – eu paro na faixa (parte 4)

fevereiro 6, 2012


E olha como a internet pode nos surpreender!

Uma ideia que eu vi surgir em 2008 e nem lembrava mais, e de repente vejo que ela reverberou por pelo menos mais dois anos! A campanha “eu paro na faixa” foi disseminada por iniciativas diversas, chegando a ganhar um tumblr e até uma pequena reportagem no Estadão! Por isso acho que vale a pena requentar minha humilde contribuição nessa divulgação.

O site oficial: http://www.souotario.xpg.com.br

e lá vamos nós….

janeiro 14, 2011

Não sei se dá azar começar o ano postando coisa ruim, mas é que só coisas tristes assim pra me fazer tirar um tempo pra manifestar a opinião.

Em três dias as chuvas destruíram cinco cidades no Rio de Janeiro, e mais uma centena de alagamentos por São Paulo.

Já tem um tempo que isso tá acontecendo, grandes desastres causados por chuvas e coisas do gênero. Há quem atribua a culpa à divindades, como se fosse um apocalipse.

Acho que é mais uma resposta da natureza para os abusos que o ser humano anda cometendo: ocupação desordenada de regiões de risco, impermeabilização do solo, toda uma série de desregulações no processo de urbanização.

Se pensar na natureza como uma divindade, então talvez seja mesmo um apocalipse. E os humanos não foram escolhidos pra ser salvos.

batidas no violão – parte 3

setembro 12, 2009

Dando continuidade à série batidas no violão.
Lembrando que não sou nenhum profissional, na verdade estudei muito pouco. Aprendi mais na prática, com ajuda de amigos. Vou relatar da maneira que eu aprendi, podendo inclusive haver erros no que eu digo.

Existem basicamente três maneiras de se tocar as cordas:
1 – Batida: “bater” todas as cordas com os dedos (uma explicação mais completa virá mais adiante). Também pode ser feito com palheta. O mais utilizado em música pop/rock;
2 – Dedilhado/Batida (puxada): tocando cada corda com um dedo (mas não as seis cordas, a não ser que você seja polidáctilo), mas todos ou quase todos simultaneamente (às vezes o polegar se destaca como bordão). Muito utilizado em Bossa Nova, MPB;
3 – Dedilhado: tocar cada corda com um dedo, com pouca sobreposição entre as notas. Ou seja, sem tocar varias cordas ao mesmo tempo. É o que se chama de arpejo em música erudita, que é onde é mais utilizado;

Lembrando que não há uma relação direta entre estas técnicas e os estilos citados como exemplo. Assim como também não há uma separação tão nítida entre as técnicas, sendo perfeitamente possível misturá-las.

aqui vai a primeira delas

1 – Batida
Pra começar, é legal aprender uma batida bem simples, comportada. Com o tempo a gente se desprende destas regras, e passa a fazer a batida como da vontade.
Pra uma batida simples, utilizamos três modos de tocar as cordas:
– Polegar: passando a “barriga” do dedão (o lado de dentro da ponta do dedo), de cima pra baixo.
– Indicador: passando a “barriga” do indicador, de baixo pra cima.
– Todos: passando as unhas de todos os dedos, exceto o polegar, de cima pra baixo. Na verdade não é bem passar. É mais como de estivesse com a mão fechada e abrisse os dedos.

Pras batidas simples usadas aqui, será definido que os toques para baixo serão nos tempos (números) e os toques para cima serão nos meios-tempos (“e”). Mesmo quando algum tempo não é tocado, é interessante a mão manter o movimento de balanço para cima e para baixo.
Há quem faça este movimento apenas com a mão, mantendo o pulso estático. Pra outros, a mão toda faz o movimento para cima e para baixo, movimentando o pulso, e às vezes até o braço.

Batida utilizada no vídeo:

1 e 2 e 3 e 4 e
P I T I P I T I

Lembre-se de repetir diversas vezes esse padrão.
Essa batida é didática, mas muito monótona, pois ocupa todos os espaços. O ritmo se faz com cheios e vazios.

Uma batida mais interessante, e mais útil:

1 e 2 e 3 e 4 e
P   T I   I T

Com uma batida dessa e os principais acordes maiores e menores você toca uma infinidade de músicas pop, como Legião, Paralamas, Capital Inicial, Skank…
Por mais que não fique idêntico, fica “tocável” e “cantável”, já dá pra horas de rodinha de violão.

Depois vá fazendo variações. A partir daquele padrão inicial, basta ir omitindo alguns tempos, que você vai criando padrões rítmicos diferentes.

Pra tocar batida com palheta (o que é mais recomendável para violões aço), basta pensar apenas em “para baixo” e “para cima”.
Fica mais simples ainda:

1 e 2 e 3 e 4 e
B   B C   C B

originalmente publicado no forum cifra club.

frio 2

julho 12, 2009

subitamente vem um frio intenso
que dói até os ossos
e congela a alma

como se ele seguisse meu estado de espírito

batidas no violao – parte 2

junho 21, 2009

dando continuidade à série de batidas no violão.

A primeira dica que eu sempre dou a qualquer um que ta começando: veja outra pessoa fazendo.
Pode ser um amigo que já saiba tocar, pode ser um dvd do show[bb] do artista que você curte. Pra aprender batida é muito bom ver outras pessoas fazendo, e ficar de olho como cada um movimenta a mão.

(more…)

oela

maio 25, 2009

oficina escola de luthieria da amazônia

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trata-se de uma organização não governamental que já tem mais de dez anos, e ensina crianças da periferia de Manaus a construir instrumentos acústicos de corda (violão, cavaquinho, etc). pra saber mais detalhes sobre o projeto, visitem o site oficial da oela.

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nas ultimas férias estivemos em Manaus, e decidi visitar essa escola. Com ajuda de um amigo que mora lá e que já conhecia o local, que fica num bairro afastado do centro. Foi um bom motivo pra sair do circuito turistico da cidade e conhecer um pouco mais dos arredores da cidade também.

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apesar de termos passado um pouco rápido por lá (fomos sem agendar visita, acabamos interrompendo o almoço do pessoal, que mancada!), deu pra conferir um pouco do trabalho que eles fazem. mais do que isso, deu pra sentir a seriedade do trabalho.

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o projeto ensina aos jovens não apenas um oficio, o artesanato com a madeira, a construção de instrumentos, o uso das madeiras amazonicas; mas tambem ensina informatica, exige a assiduidade escolar, e da perspectivas de futuro. quando participam de algum evento ou solenidade, quem representa o projeto são alunos que já concluíram o curso, mostrando o resultado na própria pessoa formada.

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centro cultural são paulo

maio 16, 2009

ou ccsp, para os íntimos. é um edifício que junta biblioteca municipal (de literatura, música, arte, dramaturgia, sei la mais o que), biblioteca braile, auditório para teatro, música, filmes, espaço para exposições, oficinas, mesas de xadrez, mesas de estudo, jardins, enfim, bastante coisa.

acho que deu pra perceber que eu gosto dele né? acho que é um espaço muito bem gerido, com boas programações. também é um projeto muito bom, que alia uma linguagem inusitada, principalmente nesta cidade, com uma organização espacial muito interessante. arquitetos luiz telles e eurico prado lopes.

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as imagens que eu pus aqui pra ilustrar não são das mais convencionais, mas são as que eu tenho na mão. mas vou postando mais, esse post é só pra inaugurar o assunto. já postei algumas coisas antes, mas não explicitamente do ccsp.

Vídeo Croqui – SESC Pompéia

maio 2, 2009

Depois de procurar por um bom tempo, finalmente achei um vídeo do SESC Pompéia, que eu e mais um grupo muito louco fizemos em 2006. Olha ele aqui:

O problema é que a dificuldade criou expectativas, e no fim ele nem era tão legal quanto eu achava. Mas tudo bem. Eu não tenho a versão final, preciso pegar ela, por isso tava procurando essa versão rascunho.

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Trata-se de um trabalho acadêmico, onde a proposta é fazer uma leitura de algum edifício, e simultaneamente fazer um arquivo de videos.

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Este videozinho foi feito como teste, com camera fotografica pequena, para depois ser feita uma filmagem mais decente. Serviu de racunho, como um “croqui de vídeo”, que guiou nosso roteiro depois, e ajudou na escolha da trilha sonora e tudo mais.

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A abertura do video final foi feita em desenho à mão, eu já postei aqui o video rascunho dela também. Inclusive nesse post eu falei um pouco mais da lina,a lém de outro grupo que faz videos de arquitetura.

Essa coisa de camera digital é muito muderna. dá pra fazer videos de tudo.

casas paulistas

abril 10, 2009

alguns desenhos desenterrados de cadernos velhos, tudo anotação de aula.

são todas casas paulistas, mas de duas gerações distintas.
a primeiraé das primeiras casas do brasil colônia, construídas pelos bandeirantes. feita em taipa de pilão e muita madeira.

as outras duas já são mais atuais, da segunda metade do século XX pelo menos.
a primeira do artigas, com suas grandes empenas de concreto armado.

a segunda do sérgio ferro e sua turma, de abóboda de alvenaria armada. não tenho certeza, mas acho que nessa cobertura tem uma camada de concreto armado.